Drogas Psicotrópicas e a Adolescência – Grupo 5

Drogas Psicotrópicas são aquelas que atuam sobre o cérebro, alterando de alguma maneira o comportamento do indivíduo e são classificadas em depressoras, perturbadoras ou estimulantes do Sistema Nervoso Central. A cocaína, por exemplo, faz parte desse último grupo.

Entre 1941 e 1945, nos Estados Unidos, observou-se um grande aumento no número de homens que começaram a fumar cigarros, o mesmo aconteceu com as mulheres dez anos depois. Com relação à maconha, os autores desse estudo traçaram o seguinte perfil: entre os adolescentes nascidos entre 1930 e 1940, apenas 2% experimentaram a droga, enquanto metades daqueles nascidos entre 1956 e 1965 o fizeram. Houve uma queda nessa porcentagem nos anos 80, entretanto nesse período houve também um aumento nos índices de uso de cocaína e outras drogas ilícitas.

De 1979 a 1994, 51% dos norte-americanos, pessoas ligadas à Pesquisa Domiciliar Nacional sobre o Abuso de Drogas (NHSDA) experimentaram maconha; 23%, cocaína; 14%, drogas alucinógenas e 5% heroína. Entre as pessoas que faziam uso de drogas no exato momento da pesquisa, a grande maioria disse que se tornara viciada no prazo de um ano após as terem experimentado.

No Brasil, a situação não é muito diferente. Segundo pesquisa do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas – Cebrid, realizada em 2004, 5,2% dos jovens brasileiros entre 12 e 17 anos são dependentes de álcool, 2,2% de tabaco, 0,6% da maconha e 0,2% de tranquilizantes.

Mas o que será que faz com que os jovens, cada vez mais, usem drogas?

 

  • Curiosidade: Todas as pessoas são curiosas. E, às vezes, acabam exagerando. Isso é normal. Entretanto, em alguns casos (como o uso de drogas), o melhor caminho a ser seguido é a busca de informações a respeito da curiosidade em questão, para que a pessoa se conscientize e não cometa atos cruciais. Quer saber se a cocaína te deixa “doidão”? Pergunte a si mesmo se quer morrer de overdose. É a mesma coisa.
  • Aceitação social: Muitas vezes os adolescentes se vêem forçados a usar drogas, para serem aceitos em um grupo. O que eles não sabem é que ninguém precisa de drogas para ser feliz. Se você teve uma infância feliz, e não consumiu qualquer tipo de droga para obter isso, não faz sentido tornar-se um usuário para encontrar a felicidade na adolescência. Isso é desnecessário.
  • Más – influências: Alguém chega pra você e diz: “Ah, meu amigo usou e disse que é mó daora, tenta também!”. O que você faz: o que é melhor para você ou o que outras pessoas acham que é melhor para você? Vai simplesmente “seguir modinha”? Claro que não. Você é dotado de razão e consciência e sabe que drogas fazem mal. Portanto dirá não ao seu falso amigo (e também irá recomendar a ele alguns livros, para que ele melhore seu vocabulário). Entretanto há aqueles que não pensam como você, se sentirão profundamente ofendidos se não experimentarem também (ou então possuem certa carência de informações sobre drogas), e infelizmente irão se dar ao desprazer de usar drogas. Essas pessoas precisam ser ajudadas o mais cedo possível. Como diz o ditado, o mal deve ser cortado pela raiz.

É evidente que alguma coisa deve ser feita a respeito desse assunto. Nós não podemos deixar que nossos jovens desenvolvam esse infortúnio em suas vidas. Como já diz a Declaração Universal dos Direitos Humanos, devemos agir uns com os outros com espírito de fraternidade. Assim, devemos auxiliar os jovens, de qualquer forma possível, desde cartilhas informativas até palestras com profissionais da área de saúde, para que nada de mal ocorra em suas vidas, tornando cada vez melhor o futuro dos adolescentes.

 

Para quebrar o gelo:

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Por bg3e Posted in 2011

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