Engenharia Civil – Grupo 2

Veja também um vídeo da mesma série sobre arquitetura: http://www.youtube.com/watch?v=hBci0j3BlkY

Anúncios

RELAÇÕES INTERNACIONAIS, que curso é esse? (Grupo 3)

O pessoal da Universidade Potiguar (UnP) de Natal-RN produziu uma série chamada ‘Batendo Perna’ para apresentar os cursos oferecidos pela universidade.

Segue aqui o programa que apresentou o curso de Relações Internacionais, com depoimentos de alunos e professores para esclarecer um pouco mais sobre o assunto. Confiram:

 

 

Audiovisual inclui internet e produtoras de programas para TV a cabo

A semelhança entre as funções dos profissionais de cinema e dos de rádio e TV influenciou na fusão dos dois cursos na USP, em 2000, que agora formam o de audiovisual. “Nós trouxemos ao meio acadêmico algo que já é feito no mercado. Cinema e televisão, tecnicamente, têm uma interface muito grande”, afirma Fernando Scavone, professor da área de imagem da USP.
Já a Faap (Fundação Armando Álvares Penteado), que oferece os dois cursos, não pretende fundi-los. “Excetuando técnicas básicas, como iluminação, fotografia e outras, há diferenças, como o ritmo de criação”, disse Vagner Matrone, chefe do Departamento de Rádio e Televisão da Faap.

Segundo ele, em televisão, alguns programas têm de ser feitos em pouco tempo, principalmente se forem ao vivo. Já no cinema, os projetos geralmente são mais longos. Matrone, por exemplo, já trabalhou com transmissões ao vivo de partidas de futebol e diz que o ritmo é tão intenso que não se pode prestar muita atenção ao jogo em si. “Você fica preocupado com a mudança de câmera, com um repórter que entrará ao vivo, com o comercial; sobre o jogo mesmo a gente fica sabendo depois.”

Apesar do ritmo em cinema ser mais lento, em determinados dias de filmagem, a carga de trabalho pode aumentar. Juliana Campos, 25, já chegou a trabalhar 26 horas seguidas durante uma filmagem. “É um pouco cansativo, pois temos de prestar atenção a tudo. Se usamos uma lente errada, o trabalho inteiro pode ser perdido”, disse ela, que faz filmagens para comerciais, videoclipes e filmes.

Além dos meios de comunicação tradicionais, a internet vem absorvendo parte dos formandos. “Muitos sites têm pequenos filmes e já estão aparecendo produtoras especializadas em fazer esse tipo de trabalho”, disse Scavone.

Por isso e pelo surgimento de produtoras de programas dirigidos à TV a cabo, o mercado de trabalho está em expansão, segundo ele. “Apesar disso, a informalidade no setor é alta. Muitos trabalham sem carteira assinada.”

Fonte:

Folha de São paulo Online – Educação

<http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u10598.shtml>

Escrito por NICOLETTI, André

Diferença entre licenciatura e bacharelado – Grupo 3

da Folha de S. Paulo, em Campinas

Escolher entre uma carreira de licenciatura ou bacharelado é muito mais do que escolher apenas uma modalidade de curso de graduação. Trata-se de uma escolha que tem muito a ver com a vocação.

É o caso, por exemplo, da estudante Marcela Azemir Musse, 36, que cursa o segundo ano de pedagogia no Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto.

Depois de cursar administração de empresas e até trabalhar na área por algum tempo, Musse resolveu voltar para a faculdade, motivada pelo desejo de ensinar. “A educação sempre foi uma coisa que me chamou a atenção, desde o colegial eu tinha o desejo de ser professora”, diz.

Hoje, para complementar o curso de pedagogia, Musse faz estágio em uma unidade do Sesi, em Ribeirão. “Trabalho com crianças do ensino fundamental. O melhor de tudo é que com crianças dessa idade a gente vê o resultado do trabalho. Isso é muito compensador”, afirma ela.

Aliás, essa é uma das características principais da licenciatura, que ensina ao aluno, além das disciplinas inerentes ao curso escolhido, técnicas que o tornarão apto a transmitir o aprendizado, tornando-o um professor.

No bacharelado, a formação proporcionada ao aluno é voltada para o mercado de trabalho, o que o torna apto apenas a desenvolver uma atividade em determinada área de atuação.

Durante os quatro anos de formação em licenciatura, o aluno aprende, entre outras coisas, fundamentos da política educacional, gerenciamento e avaliação do aprendizado. “É um processo muito importante, pois é conhecendo esse conteúdo que o aluno descobre se tem ou não vocação para o ensino”, diz Márcia Strazzacappa, coordenadora das licenciaturas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Apesar da carência de professores no país, coordenadores dos cursos de licenciatura dizem que a procura pelos cursos tem crescido nos últimos anos.

“Creio que isso vem acontecendo porque a carreira de professor tem sido mais valorizada”, avalia Valter de Paula, diretor acadêmico do Centro Universitário Barão de Mauá, de Ribeirão Preto.

Essa também é a tese defendida por Strazzacappa. Para ela, além da valorização do ensino e do profissional, o mito sobre os cursos de licenciatura tem se desfeito. “Muita gente pensava que a licenciatura não era um curso superior e que, por isso, não habilitava o aluno a continuar os estudos, o que não é verdade”, diz.

A licenciatura, assim como os cursos de bacharelado, permite que o aluno continue a sequência acadêmica, com especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

  • Mão dupla*

“Em geral, os cursos de licenciatura contemplam as disciplinas que são ensinadas na escola, mas isso não impede que o aluno parta para o bacharelado, em vez de seguir para a educação”, explica Strazzacapa.

A maior oferta de cursos de licenciatura é em conjunto com o bacharelado. Nesses cursos mistos, o aluno tanto pode escolher uma modalidade e cursar as matérias específicas dela como fazer as duas.
“Fica um pouco pesado, mas temos muitos alunos que fazem as duas coisas”, diz Maria Helena Goldman, da comissão coordenadora do curso de ciências biológicas da USP (Universidade de São Paulo), em Ribeirão Preto.

Segundo ela, o que faz com que muitos alunos optem por cursar as duas modalidades é a possibilidade de escolha. “É sempre bom ter algo a mais”, completa.

Propaganda e Publicidade

A propaganda é a alma do negócio! Diz o dito popular. Acreditando nisso, empresas de todos os portes investem na contratação dos serviços desse profissional. Onde há comércio e consumo precisa-se de um profissional de publicidade.

O publicitário cria, realiza e divulga campanhas e peças publicitárias, procurando a melhor forma de apresentar um produto ou serviço ao consumidor e promover sua venda.

Grupo 4 – 3°B =D

 

Sobre cada possível especialização em mecatrônica:

O técnico tem a duração aproximada de 2 anos, e possui basicamente as disciplinas de desenho técnico, metrologia, eletrônica, programação e comandos,pneumática, hidraulica, processos de usinagem e noções de robótica.
O tecnólogo Tem uma formação de aproximadamente 3 anos, com as disciplinas básicas voltadas a física, matemática, informática e eletrônica aplicada.
E finalmente, o engenheiro, tem duração média de 5 anos, com os dois primeiros anos iguais a todas as engenharias,e a partir de aí, ele se especializa em termodinâmica, elementos de maquinas, eletrônica, sistemas de informação e estrutura de bancos de dados, todas com muitas aulas práticas.
Para a formação de tecnólogo e de engenheiro é necessário estágio e em todas as outras é necessário um projeto de conclusão de curso.