Um guia para os curiosos: O fotojornalismo.

Esta fotografia acima, feita pelo brasileiro Luiz Vasconcelos ganhou, o 1º prêmio na categoria Notícias Gerais no World Press Photo - um dos principais prêmios de fotojornalismo mundial, criado em 1955 por uma organização independente com sede em Amesterdã. Ela retrata uma índia tentando impedir a ação de policiais durante uma disputa por terras em Manaus.

Se você é um curioso, quesito principal para um bom jornalista, e gosta de retratar uma notícia que foi apurada de uma forma mais objetiva ainda que um texto bem redigido, talvez fotojornalismo seja para você.

O fotojornalismo pode ser tido como uma especialização do curso de jornalismo, mas a graduação em si não é exigida para que se possa exercitar. No fotojornalismo é imprescindível um amplo conhecimento não só de técnicas de fotografia, mas também do Mundo que se vive já dentre os principais gêneros de tal ramo evidenciamos a fotografia social, onde se destaca a atenção e a percepção do fotojornalista do que está acontecendo na política e economia do seu bairro, cidade ou país; a fotografia esportiva, cultural e policial onde o combate à criminalização é objetivo principal.

Dorothea Lange: "Migrant Mother" (Mãe Migrante). A fotografia retrata Florence Owens Thompson, 32, em busca de um emprego ou de ajuda social para sustentar sua família. O estado é de pobreza devido à Grande Depressão, crise de 1929 que ocasionou um aumento assustador no índices de pobreza não só nos E.U.A, mas em todo o Mundo.

Como supracitado, a percepção é a      Como supracitado, a percepção é a principal ferramenta para um bom fotojornalista – além da máquina fotográfica, claro –. Perceber o que está acontecendo e ajudar o leitor a entender de forma objetiva tal fato é o que se pede pelas grandes empresas que contratam ou compram fotografias de fotojornalistas.

Muitas vezes a fotografia não se torna extensão da informação que foi passada (texto/matéria), a matéria acaba se tornando a extensão desta fotografia.

Assim que publicada através de um veículo de informação o fotógrafo tem total direito sobre a autoria desta foto.

Um exemplo que citamos de fotojornalismo são os paparazzi, ramo que ficou ainda mais evidente após a morte da princesa Diana, que morreu tentando fugir dos flashs dos paparazzi em um túnel em Paris.

Ou seja, a “imagem vale mais que mil palavras” e pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer as informações podem ser passadas com beleza, naturalidade e originalidade.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotojornalismo

Você sabia que existe um blog sobre mecatrônica? grupo 8 3b

Existe um blog direcionado a área de mecatrônica, nele encontramos desde explicações “simples” para quem já possui um conhecimento básico da área, até artigos legais, como uma série que eles possuem, chamada “mecatrônica do nosso dia a dia” em que eles mostram coisas que usamos diariamente e que podem ser automatizadas, como sensores de presença em casas, sensores de chuvas em janelas…

tá aí o link pra quem quiser se aprofundar mais no assunto ;D

 

http://tudoemecatronica.blogspot.com.br/

Jornalismo, ter ou não ter diploma? Eis a questão.

Em 2009 um projeto de emenda a constituição (PEC 33/2009) derrubou a exigência do diploma de jornalista para exercício da profissão – proposta de Antônio Carlos Valladares (PSB-SE).
Então surge a polêmica: pessoas despreparadas, sem conhecimento da ética para veicular informação na mídia, como formadores de opinião.
Segundo Fernando Collor “Esses cursos de jornalismo nos últimos anos nada mais têm feito do que formar analfabetos funcionais” e defende que o diploma seja um meio de facilitar controle sobre os meios de comunicação.
A globalização dos meios de comunicação faz com que o mercado de jornalismo esteja de certa forma saturado, devido ao grande número de profissionais se formando a cada ano.
“Se temos profissionais sobrando, por que contratar pessoas sem tal formação?” defende Paula Ferezin, assessora de imprensa na empresa Accesso.
Tal exigência impediria Albert Eistein de escrever textos para uma revista de ciências, por exemplo.
Já em 2011, foi para votação que essa decisão fosse revogada. Aprovada em primeiro turno no plenário do Senado, a votação ainda passará por um segundo turno e caso seja aprovada, seguirá para mais dois turnos na Câmara dos Deputados.
A não exigência do diploma é defendida por alguns deputados, entre eles Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) dizendo que o jornalismo/comunicação é “instrumento ligado à liberdade de expressão. Não cabe nenhum tipo de restrição”.
Não podemos impedir que qualquer pessoa escreva um texto sobre determinado assunto e o coloque onde ela bem desejar, isso seria voltar à Ditadura. Por outro lado, não se pode permitir que o não conhecimento do que e de como vincular essas informações afete diretamente nossa sociedade formando, as pessoas que leem tal artigo, como ignorantes ou defensores de uma só opinião. REFLITA!

Medicina – Grupo 8

Novas áreas de atuação

Segundo resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) publicada nesta segunda-feira no “Diário Oficial da União”, haverá criação três novas áreas de atuação médica: medicina do sono, medicina paliativa e medicina tropical. A partir de agora, o profissional que ingressar em um programa de residência da especialidade infectologia, por exemplo, pode receber treinamento adicional específico na área de medicina tropical. Segundo Carlos Vital, vice-presidente do Conselho e membro da Comissão Mista de Especialidades, “mudanças nas características de determinados ramos da medicina exigem adaptações de nomenclatura e de distribuição das atenções profissionais; isso é próprio do caráter orgânico da profissão”.

Medicina Paliativa

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A resolução associa a área de medicina paliativa às especialidades clínica médica, cancerologia, geriatria e gerontologia, medicina da família e comunidade, pediatria e anestesiologia.

De acordo com a médica Maria Maciel, diretora do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, a criação da área traz mais visibilidade a um tipo de trabalho médico que já existe e é realizado com rigor científico. “A medicina paliativa foi reconhecida no Reino Unido em 1987. A assistência e os estudos da área avançaram muito desde então; processo análogo deve ocorrer aqui”, ressalta Maciel.

Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que 65% dos portadores de doenças crônicas que ameaçam a vida necessitam de cuidados paliativos. Com a publicação da norma que cria esta área, a comissão nacional de medicina paliativa da AMB (Associação Médica Brasileira) definirá os critérios para o reconhecimento dos primeiros paliativos titulados do país.

Medicina Tropical

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 Vinculada à especialidade infectologia, a área de atuação da medicina tropical é dedicada ao estudo e tratamento de doenças como malária, febre amarela, dengue, esquistossomose e leishmaniose, típicas de regiões tropicais.

Para o médico Juvêncio Dualib, chefe do setor de infectologia do Hospital de Heliópolis, em São Paulo, a especialidade é derivada do campo de estudo da medicina tropical, mas atualmente abrange um vasto número de doenças.

A medicina legal também passa a ser denominada medicina legal e perícia médica. Deixam de ser tratadas como áreas de atuação: cirurgia de coluna, perícia médica, reprodução humana e medicina aeroespacial.

Além disso, o número de especialidades vinculadas à área de atuação hepatologia foi ampliado. A partir de agora, manterá ligações com clínica médica e infectologia.A resolução n 1.973/11 foi aprovada pelo CFM e entra em vigor na data da sua publicação.

Medicina do Sono (MS) 

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Considera-se uma disciplina médica quando existe um corpo de conhecimento estruturado e que este conhecimento pode ser ensinado. Portanto, a medicina do sono teve seu início na década de 70, quando o estudo do sono estava formalizado, estruturado, com centros de estudos, realizando pesquisas e semeando informação em nível de sistema educacional sobre o sono, dos efeitos da sua privação e consequências. Com isso, a MS tem contribuído para uma melhor compreensão de vários segmentos da medicina, além de trazer novas perspectivas para o tratamento e abordagem nosológica.

O nosso intuito é alertar a comunidade médica para uma medicina, relativamente nova, mas que possui fronteiras com várias áreas médicas (neurologia, pneumologia, psiquiatria, otorrinolaringologia, cardiologia, pediatria e etc.), em que desejamos incentivar a abordagem sistemática da avaliação do sono, para que possamos entender os pacientes como um todo.

Referências Bibliográficas

http://falamedico.wordpress.com/2011/08/01/conselho-federal-de-medicina-cria-novas-areas-de-atuacao-medica/

http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2029/paginas/materia%2023-29.html

por bg3e Publicado em 3º E

A Crescente Influência Política dos BRICS

A reunião de cúpula dos Brics, em Nova Déli, foi o evento mais notável da semana passada. Desde a invenção do termo “Bric”, em 2001, passou-se de um conceito puro de investimento a um processo de transformação rumo a um mecanismo de cooperação multilateral, com impacto crescente nos âmbitos político e econômico. O mundo não esperava esse fenômeno, incluindo o inventor desse termo, Jim O´Neil, e mesmo os países Brics. Nos países ocidentais tradicionais, esse novo mecanismo provocou reações de confusão e até de terror.

Desde a invenção do termo “Bric”, foram oito anos até a primeira cúpula dos Brics em 2009. E, nos três anos seguintes, o mecanismo dos Brics se formou e se desenvolveu para se tornar um poder emergente, exercendo grande impacto no antigo sistema internacional. Quais são os fatores que têm promovido o desenvolvimento rápido desse mecanismo?

Em primeiro lugar, a maioria dos países Brics (exceto a Rússia) conta com uma tradição diplomática de cooperação com os países Sul-Sul. Como países emergentes e países maiores em desenvolvimento, as conexões entre esses países Brics fazem parte importante nas suas próprias estratégias envolvendo a cooperação com os países Sul-Sul.

Em segundo lugar, a transformação do padrão internacional acelerou o processo de cooperação interna dos países Brics. A crise financeira de 2008 é um fator importante, que tem contribuído na formação do mecanismo dentro dos Brics. A cooperação tem como objetivo promover a economia dos países Brics e contribui para a formação da nova ordem internacional (multipolarização).

A cooperação e a coordenação entre os Brics nos últimos anos vêm tendo efeitos positivos, tais como a reforma do FMI e do Banco Mundial e a posição unânime sobre a criação da “zona de exclusão aérea” na Líbia.

Esses fatos demonstram que os países Brics compartilham os interesses e as aspirações e podem se unir e se posicionar em bloco em eventos internacionais, refletindo, ao mesmo tempo, o valor diferente de cada membro. Por isso, os cinco membros dos Brics estão com uma atitude cada vez mais positiva com relação ao mecanismo de cooperação.

Na cúpula em Nova Déli, o que se destacou foi o mecanismo de cooperação financeira: expansão dos negócios de liquidação em moeda local e da escala de negócios de empréstimo, construção do banco dos Brics e ampliação de contatos entre as bolsas de valores dos membros, tudo para oferecer mais conveniências à cooperação interna dos Brics. As cooperações financeiras entre os países-membros podem não apenas trazer os avanços econômicos para os membros mas também ajudar a economia global a sair do atual estado sombrio. O banco dos Brics está procurando um novo modelo de desenvolvimento sustentável para o mundo. Comparando com as maiores instituições mundiais _o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial_ o banco dos BRICS, possivelmente, assistirá os países em desenvolvimento na área de construção de infraestrutura, de inovação tecnológica, de higiene e medicina e de eliminação da pobreza, oferecendo investimentos e assistência mais específicos sem pré-requisitos.

Essa tendência reflete, em certo grau, a insatisfação dos Brics com o fato de que os Estados Unidos e a Europa dominam os postos de líderes das duas maiores instituições financeiras do mundo há muito tempo.  Também demostra que esse grupo se possui uma capacidade de ser cada vez mais autossuficientes.

Contudo não se pode negar que o banco dos Brics ainda é uma idéia, cujo movimento estará relacionado não apenas com o problema de financiamento mas também com a seleção do objetivo de assistência e da área de investimento e a cooperação com outras instituições financeiras. Portanto, a construção desse banco demanda mais tempo. Mas esse passo inicial já ilustra a resolução e a força dos Brics na participação dos assuntos globais.

Os Brics ainda não são uma aliança política. Mas, como esses membros são emergentes regionais, a cooperação entre eles se disseminará para áreas de política, segurança e gestão global. A discussão sobre a situação da Oriente Médio e do norte da África na cúpula de Nova Déli refletiu essa tendência. Na futura discussão sobre a gestão global, os países BRICS, possivelmente, formarão uma nova força, diferente dos grupos de países desenvolvidos ou de países em desenvolvimento. Os Brics já começam a mostrar na cúpula de Nova Déli os “músculos” políticos do seu mecanismo.

Zhou Zhiwei é especialista em Brasil do Instituto da América Latina da Academia Chinesa de Ciências Sociais e secretário-geral do Centro de Estudos Brasileiros. Foi pesquisador visitante de relações internacionais na USP e no BRICS Policy Center da PUC-RJ. As suas principais áreas incluem estudo sintético do Brasil, política externa, estratégia internacional do Brasil, relações bilaterais e integração latino-americana

Grupo 3 – 3ºD

Fonte: http://vistachinesa.blogfolha.uol.com.br/2012/04/04/a-crescente-influencia-politica-dos-brics/

O melhor arquiteto do mundo é brasileiro- Grupo 5

Segundo seu próprio site oficial,Oscar Niemeyer, nasceu em 1907 no Rio de Janeiro. Quando adulto por volta de 1931 cursou arquitetura na Escola Nacional de  Belas Artes, após dois anos começa a trabalhar na área, porém não aceitava o modo tradicional de se desenhar, acabou conhecendo pessoas importates que o ajudaram a ter um estilo inovador. Em 1947 começou sua vida profissional internacional quando construiu o Pavilhão do Brasil na Sede da Onu em Nova Iorque, de volta ao Brasil foi convidado para fazer vários projetos, em  São Paulo, Rio de Janeiro e o próprio estado de Brasília. Em 1950 foi feito um livro nos Estado Unidos em sua homenagem “The Work of Oscar Niemeyer”. Ele também viajou para outros países da europa,áfrica e ásia para divulgar a arquitetura brasileira e fazer várias exposições. Durante sua vida ganhou vários premios pela sua arte, como o Prêmio Pritzker de Arquitetura, o Prêmio Príncipe de Astúrias, dentre outros. Esse foi um pequeno resumo da vida e obra desse arquiteto brilhante, para saber mais recomendo o site http://www.niemeyer.org.br/, já na página principal  percebe-se um estilo diferente e inovador do que é esse  arquiteto.

Grupo 5

por bg2c Publicado em 3º C

Salário dos Profissionais de Marketing

De acordo com uma pesquisa da Page Personnel, empresa do grupo Michael Page, um profissional de Marketing em empresas brasileiras tem em média de 2 a 6 mil reais de salário. Do nível mais baixo de Júnior os salários variam de R$1.800 a R$3.200 e do nível alto de Júnior os salários variam de R$5.000 a R$6.500.

Os tipos de empresas que pagam um salário maior são (do menor para o maior) as de Bens de Consumo, Mercado e Desenvolvimento, e Inteligencia e Categoria.

Salário em empresas de Grande Porte

Salário em empresas de Pequeno/Médio Porte

Tabela comparativa de salários feita por Robert Half

Grupo 4

por bg2c Publicado em 3º C